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O país produziu um total de 4.716.500 cadernos de saúde materno-infantil entre 2018 e Abril de 2026, no âmbito de um programa de cooperação entre Angola e o Japão, considerado estratégico para o reforço da saúde preventiva materna e infantil em todo o território nacional.
A informação foi avançada em Luanda pela ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, que destacou o alcance e a continuidade do projecto, sublinhando o seu papel na organização dos serviços de acompanhamento clínico de mães e crianças desde o nascimento.
Segundo a governante, os cadernos têm sido uma ferramenta essencial para o registo sistemático de consultas, vacinação e controlo do desenvolvimento infantil, contribuindo para uma maior articulação entre as unidades sanitárias e as famílias.
Sílvia Lutucuta explicou ainda que a cooperação com o Japão tem garantido não apenas a produção regular dos cadernos, mas também o reforço de capacidades institucionais, alinhadas com os esforços de modernização do sistema nacional de saúde.
O Ministério da Saúde considera que este instrumento tem impacto directo na melhoria da qualidade dos serviços primários, permitindo um acompanhamento mais próximo das gestantes e das crianças, sobretudo nas comunidades mais vulneráveis.
Com estes resultados, o Executivo reafirma a aposta na prevenção e na redução dos índices de mortalidade materna e infantil, consolidando a cooperação internacional como um dos pilares para o fortalecimento do sistema de saúde em Angola.
O país produziu um total de 4.716.500 cadernos de saúde materno-infantil entre 2018 e Abril de 2026, no âmbito de um programa de cooperação entre Angola e o Japão, considerado estratégico para o reforço da saúde preventiva materna e infantil em todo o território nacional.
A informação foi avançada em Luanda pela ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, que destacou o alcance e a continuidade do projecto, sublinhando o seu papel na organização dos serviços de acompanhamento clínico de mães e crianças desde o nascimento.
Segundo a governante, os cadernos têm sido uma ferramenta essencial para o registo sistemático de consultas, vacinação e controlo do desenvolvimento infantil, contribuindo para uma maior articulação entre as unidades sanitárias e as famílias.
Sílvia Lutucuta explicou ainda que a cooperação com o Japão tem garantido não apenas a produção regular dos cadernos, mas também o reforço de capacidades institucionais, alinhadas com os esforços de modernização do sistema nacional de saúde.
O Ministério da Saúde considera que este instrumento tem impacto directo na melhoria da qualidade dos serviços primários, permitindo um acompanhamento mais próximo das gestantes e das crianças, sobretudo nas comunidades mais vulneráveis.
Com estes resultados, o Executivo reafirma a aposta na prevenção e na redução dos índices de mortalidade materna e infantil, consolidando a cooperação internacional como um dos pilares para o fortalecimento do sistema de saúde em Angola.