
O Instituto de Telecomunicações - ITEL vai capacitar efectivos do Serviço de Investigação Criminal em áreas avançadas de cibersegurança, no âmbito de uma parceria estratégica que visa reforçar as competências técnicas dos investigadores na prevenção e combate aos crimes digitais. A iniciativa inclui formação em hacking ético, testes de intrusão e operações de defesa cibernética.
O programa formativo tem como principal objectivo modernizar as capacidades operacionais do SIC no espaço digital, permitindo uma resposta mais eficaz a ameaças crescentes como ataques informáticos, invasões de sistemas, fraude electrónica e outros crimes cibernéticos que têm vindo a ganhar expressão em Angola e no mundo.
Para além das áreas de cibersegurança, o plano de formação inclui também módulos técnicos considerados essenciais para a consolidação de competências digitais, nomeadamente Linux, Linux, CCNA, sistemas de CCTV, computação forense, Windows Server e desenvolvimento web.
Segundo os organizadores da iniciativa, estas formações irão permitir aos quadros do SIC não apenas investigar crimes já ocorridos, mas também antecipar riscos e fortalecer mecanismos de prevenção, acompanhando a evolução das tecnologias utilizadas por redes criminosas cada vez mais sofisticadas.
A parceria entre o ITEL e o SIC surge num contexto de crescente digitalização dos serviços e aumento da exposição a ameaças cibernéticas, reforçando a necessidade de investimento contínuo na formação de especialistas capazes de actuar em ambientes tecnológicos complexos e em constante mudança.
Com esta acção formativa, espera-se que Angola fortaleça significativamente a sua capacidade institucional de resposta a crimes digitais, garantindo maior segurança no espaço virtual e contribuindo para a protecção de dados, infra-estruturas críticas e cidadãos.
O Instituto de Telecomunicações - ITEL vai capacitar efectivos do Serviço de Investigação Criminal em áreas avançadas de cibersegurança, no âmbito de uma parceria estratégica que visa reforçar as competências técnicas dos investigadores na prevenção e combate aos crimes digitais. A iniciativa inclui formação em hacking ético, testes de intrusão e operações de defesa cibernética.
O programa formativo tem como principal objectivo modernizar as capacidades operacionais do SIC no espaço digital, permitindo uma resposta mais eficaz a ameaças crescentes como ataques informáticos, invasões de sistemas, fraude electrónica e outros crimes cibernéticos que têm vindo a ganhar expressão em Angola e no mundo.
Para além das áreas de cibersegurança, o plano de formação inclui também módulos técnicos considerados essenciais para a consolidação de competências digitais, nomeadamente Linux, Linux, CCNA, sistemas de CCTV, computação forense, Windows Server e desenvolvimento web.
Segundo os organizadores da iniciativa, estas formações irão permitir aos quadros do SIC não apenas investigar crimes já ocorridos, mas também antecipar riscos e fortalecer mecanismos de prevenção, acompanhando a evolução das tecnologias utilizadas por redes criminosas cada vez mais sofisticadas.
A parceria entre o ITEL e o SIC surge num contexto de crescente digitalização dos serviços e aumento da exposição a ameaças cibernéticas, reforçando a necessidade de investimento contínuo na formação de especialistas capazes de actuar em ambientes tecnológicos complexos e em constante mudança.
Com esta acção formativa, espera-se que Angola fortaleça significativamente a sua capacidade institucional de resposta a crimes digitais, garantindo maior segurança no espaço virtual e contribuindo para a protecção de dados, infra-estruturas críticas e cidadãos.