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Jovens angolanos poderão integrar projecto de formação em drones na fábrica nigeriana

Jovens angolanos poderão integrar projecto de formação em drones na fábrica nigeriana
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Angola poderá avançar, ainda este ano, com um acordo estratégico com o grupo nigeriano Terra Industries, que prevê a instalação futura de uma unidade de produção de drones no país e a integração de jovens angolanos em programas de formação tecnológica especializada na área.

O entendimento foi alcançado em Abuja, na Nigéria, durante uma visita de trabalho do embaixador de Angola naquele país, José Bamóquina Zau, à unidade industrial da Terra Industries, onde foram apresentados projectos ligados à inovação tecnológica, com destaque para o desenvolvimento de drones e soluções integradas de hardware e software.

Durante a visita, a delegação angolana acompanhou de perto os processos de produção e investigação da empresa, que desenvolve tecnologias avançadas baseadas em robótica, sistemas de geolocalização, meteorologia aplicada e plataformas de vigilância, aplicadas em diferentes contextos industriais e operacionais.

De acordo com um comunicado divulgado após o encontro, o acordo em preparação deverá permitir a transferência de conhecimento técnico e científico, bem como a criação de oportunidades de formação para jovens angolanos, que poderão ser integrados em programas na fábrica nigeriana ou em projectos associados.

O grupo Terra Industries manifestou também interesse em, numa fase posterior, instalar uma unidade de produção em Angola, com o objectivo de expandir a capacidade industrial e reforçar a exportação da tecnologia TerraHaptix para outros mercados africanos e internacionais.

A tecnologia desenvolvida pela empresa é actualmente utilizada em sectores como agricultura de precisão, vigilância, segurança e apoio a operações industriais, tendo como principais clientes as Forças Armadas da Nigéria, a polícia, empresas do sector petrolífero e do gás, bem como produtores agrícolas.

As autoridades angolanas consideram a iniciativa uma oportunidade estratégica para acelerar a diversificação da economia, promover a inovação tecnológica e desenvolver competências locais nas áreas da robótica e sistemas autónomos, alinhando o país com as tendências globais da indústria 4.0.

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Marcelino Vasconcelos

Angola poderá avançar, ainda este ano, com um acordo estratégico com o grupo nigeriano Terra Industries, que prevê a instalação futura de uma unidade de produção de drones no país e a integração de jovens angolanos em programas de formação tecnológica especializada na área.

O entendimento foi alcançado em Abuja, na Nigéria, durante uma visita de trabalho do embaixador de Angola naquele país, José Bamóquina Zau, à unidade industrial da Terra Industries, onde foram apresentados projectos ligados à inovação tecnológica, com destaque para o desenvolvimento de drones e soluções integradas de hardware e software.

Durante a visita, a delegação angolana acompanhou de perto os processos de produção e investigação da empresa, que desenvolve tecnologias avançadas baseadas em robótica, sistemas de geolocalização, meteorologia aplicada e plataformas de vigilância, aplicadas em diferentes contextos industriais e operacionais.

De acordo com um comunicado divulgado após o encontro, o acordo em preparação deverá permitir a transferência de conhecimento técnico e científico, bem como a criação de oportunidades de formação para jovens angolanos, que poderão ser integrados em programas na fábrica nigeriana ou em projectos associados.

O grupo Terra Industries manifestou também interesse em, numa fase posterior, instalar uma unidade de produção em Angola, com o objectivo de expandir a capacidade industrial e reforçar a exportação da tecnologia TerraHaptix para outros mercados africanos e internacionais.

A tecnologia desenvolvida pela empresa é actualmente utilizada em sectores como agricultura de precisão, vigilância, segurança e apoio a operações industriais, tendo como principais clientes as Forças Armadas da Nigéria, a polícia, empresas do sector petrolífero e do gás, bem como produtores agrícolas.

As autoridades angolanas consideram a iniciativa uma oportunidade estratégica para acelerar a diversificação da economia, promover a inovação tecnológica e desenvolver competências locais nas áreas da robótica e sistemas autónomos, alinhando o país com as tendências globais da indústria 4.0.

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