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Luís Teles defende participação dos bancos para uma economia sem impacto carbónico

Luís Teles defende participação dos bancos para uma economia sem impacto carbónico
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Andrade Lino

Angola pertence ao grupo dos mais de 120 países que se comprometeram em atingir uma economia neutra em carbono até 2050 e a participação dos bancos na concretização deste desiderato é “muito importante”, devendo impulsionar “os clientes a reverem os seus modelos de negócios, optando por criar e desenvolver negócios com menos pegada carbónica”.

Essa defesa é do CEO do Standard Bank Angola, Luís Teles, que entende ainda que, para Angola atingir uma economia sem impacto carbónico, é “necessário um enorme investimento na transição energética, e o Estado, os investidores e os bancos têm um papel fundamental no financiamento dessa transição”, que poderá se efectivar usando “uma base de dados organizada que permita saber categorizar o tipo de negócio que estão a financiar, os impactos positivos sociais, económicos e ambientais dos negócios”.

Para o SBA, constitui prioridade financiar investimentos sustentáveis e capacitar as suas equipas em matérias de sustentabilidade.

O banco detido pelo Standard Bank Group, que tem  as suas acções cotadas na Bolsa de Joanesburgo, “tem a ambição de financiar a transição energética em África. Não só pelas expectativas do mercado e dos investidores, mas também por fazer parte da cultura organizacional do grupo a promoção de políticas que facilitam a transição energética, financiando iniciativas que cumpram com os critérios ESG”, destacou ainda aquele responsável, que falou por ocasião  a IIª Edição da Angola Banking Conference, subordinada ao tema ‘Desafios, Tendências e Oportunidades da Banca em Angola’, realizada pela revista Economia & Mercado, na primeira quinzena deste mês.

Em Angola, o SBA constituiu uma Direcção de Cidadania Corporativa, que tem como responsabilidade a concretização de uma estratégia de sustentabilidade suportada por um conjunto de iniciativas que têm como pilares as pessoas, a comunidade, o planeta e o crescimento económico sustentável.

“Este ano, pela primeira vez, vamos publicar o nosso Relatório para a Sociedade, que foca nos temas ligados ao impacto social, ambiental e económico do nosso negócio, e com isso esperamos contribuir para influenciar o sector e os nossos clientes para a necessidade de terem em atenção o impacto dos seus negócios, do ponto de vista económico, social e ambiental”, salientou Luís Teles, citado numa nota enviada à nossa redacção.  

O evento reuniu peritos nacionais e internacionais do sector bancário, para discutir, entre outros pontos, a regulação, as exigências de capital e os reportes financeiros, a gestão de risco, tecnologias disruptivas, taxas de juro reduzidas, e a qualidade da gestão de dados, de forma a impactar positivamente os lucros corporativos, a estreitar a relação com o cliente e a apoiar a adopção dos critérios Ambiental, Social e Governança (ESG).

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Redacção

Angola pertence ao grupo dos mais de 120 países que se comprometeram em atingir uma economia neutra em carbono até 2050 e a participação dos bancos na concretização deste desiderato é “muito importante”, devendo impulsionar “os clientes a reverem os seus modelos de negócios, optando por criar e desenvolver negócios com menos pegada carbónica”.

Essa defesa é do CEO do Standard Bank Angola, Luís Teles, que entende ainda que, para Angola atingir uma economia sem impacto carbónico, é “necessário um enorme investimento na transição energética, e o Estado, os investidores e os bancos têm um papel fundamental no financiamento dessa transição”, que poderá se efectivar usando “uma base de dados organizada que permita saber categorizar o tipo de negócio que estão a financiar, os impactos positivos sociais, económicos e ambientais dos negócios”.

Para o SBA, constitui prioridade financiar investimentos sustentáveis e capacitar as suas equipas em matérias de sustentabilidade.

O banco detido pelo Standard Bank Group, que tem  as suas acções cotadas na Bolsa de Joanesburgo, “tem a ambição de financiar a transição energética em África. Não só pelas expectativas do mercado e dos investidores, mas também por fazer parte da cultura organizacional do grupo a promoção de políticas que facilitam a transição energética, financiando iniciativas que cumpram com os critérios ESG”, destacou ainda aquele responsável, que falou por ocasião  a IIª Edição da Angola Banking Conference, subordinada ao tema ‘Desafios, Tendências e Oportunidades da Banca em Angola’, realizada pela revista Economia & Mercado, na primeira quinzena deste mês.

Em Angola, o SBA constituiu uma Direcção de Cidadania Corporativa, que tem como responsabilidade a concretização de uma estratégia de sustentabilidade suportada por um conjunto de iniciativas que têm como pilares as pessoas, a comunidade, o planeta e o crescimento económico sustentável.

“Este ano, pela primeira vez, vamos publicar o nosso Relatório para a Sociedade, que foca nos temas ligados ao impacto social, ambiental e económico do nosso negócio, e com isso esperamos contribuir para influenciar o sector e os nossos clientes para a necessidade de terem em atenção o impacto dos seus negócios, do ponto de vista económico, social e ambiental”, salientou Luís Teles, citado numa nota enviada à nossa redacção.  

O evento reuniu peritos nacionais e internacionais do sector bancário, para discutir, entre outros pontos, a regulação, as exigências de capital e os reportes financeiros, a gestão de risco, tecnologias disruptivas, taxas de juro reduzidas, e a qualidade da gestão de dados, de forma a impactar positivamente os lucros corporativos, a estreitar a relação com o cliente e a apoiar a adopção dos critérios Ambiental, Social e Governança (ESG).

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