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A cerveja Heineken já está a ser produzida em Angola, na sequência de um acordo de licenciamento com a Castel Angola, empresa responsável por marcas como a Cuca, a Nocal, a Eka, a Doppel e a Ngola. A iniciativa marca um novo passo na presença da marca no país, agora com produção local assegurada na província de Luanda.
O arranque da produção resulta de um trabalho conjunto desenvolvido ao longo do último ano, que incluiu a formação de equipas angolanas por especialistas vindos de Amesterdão e a adaptação dos processos industriais aos padrões internacionais da marca. Segundo as empresas, cada lote segue a mesma receita e critérios rigorosos utilizados a nível global.
Com a produção realizada localmente, a Heineken pretende garantir maior proximidade ao consumidor e preservar a frescura do produto, ao mesmo tempo que reforça a capacidade industrial no país. A Castel Angola passa, assim, a integrar o grupo de operadores autorizados a produzir a marca com acompanhamento técnico regular.
A produção comercial teve início em Março e a distribuição começou este mês de Abril, numa fase inicial centrada em Luanda. A cerveja estará disponível em grandes superfícies, bares, restaurantes e supermercados, com expansão gradual prevista para outras províncias.
Durante a apresentação oficial, o director-geral da Castel Angola, Francis Batista, destacou o investimento feito ao longo do último ano para cumprir os padrões exigidos pela marca, sublinhando também a colaboração entre as duas empresas.
Já Guillaume Duverdier, responsável regional da Heineken para África e Médio Oriente, considerou Angola um mercado em crescimento, com forte tradição no consumo de cerveja, justificando a aposta numa produção mais próxima do público local.
Produzida com água, malte, lúpulo e a levedura exclusiva da marca, a Heineken mantém em Angola o mesmo perfil que a caracteriza internacionalmente. O processo de fabrico decorre ao longo de 28 dias.
A marca chega ao mercado em diferentes formatos, incluindo garrafas e latas, numa estratégia que combina produção local com expansão progressiva da distribuição no país.
A cerveja Heineken já está a ser produzida em Angola, na sequência de um acordo de licenciamento com a Castel Angola, empresa responsável por marcas como a Cuca, a Nocal, a Eka, a Doppel e a Ngola. A iniciativa marca um novo passo na presença da marca no país, agora com produção local assegurada na província de Luanda.
O arranque da produção resulta de um trabalho conjunto desenvolvido ao longo do último ano, que incluiu a formação de equipas angolanas por especialistas vindos de Amesterdão e a adaptação dos processos industriais aos padrões internacionais da marca. Segundo as empresas, cada lote segue a mesma receita e critérios rigorosos utilizados a nível global.
Com a produção realizada localmente, a Heineken pretende garantir maior proximidade ao consumidor e preservar a frescura do produto, ao mesmo tempo que reforça a capacidade industrial no país. A Castel Angola passa, assim, a integrar o grupo de operadores autorizados a produzir a marca com acompanhamento técnico regular.
A produção comercial teve início em Março e a distribuição começou este mês de Abril, numa fase inicial centrada em Luanda. A cerveja estará disponível em grandes superfícies, bares, restaurantes e supermercados, com expansão gradual prevista para outras províncias.
Durante a apresentação oficial, o director-geral da Castel Angola, Francis Batista, destacou o investimento feito ao longo do último ano para cumprir os padrões exigidos pela marca, sublinhando também a colaboração entre as duas empresas.
Já Guillaume Duverdier, responsável regional da Heineken para África e Médio Oriente, considerou Angola um mercado em crescimento, com forte tradição no consumo de cerveja, justificando a aposta numa produção mais próxima do público local.
Produzida com água, malte, lúpulo e a levedura exclusiva da marca, a Heineken mantém em Angola o mesmo perfil que a caracteriza internacionalmente. O processo de fabrico decorre ao longo de 28 dias.
A marca chega ao mercado em diferentes formatos, incluindo garrafas e latas, numa estratégia que combina produção local com expansão progressiva da distribuição no país.